Regina Duarte questiona eficácia da vacina: “Que diabos ela está fazendo?”

Regina Duarte questiona eficácia da vacina: “Que diabos ela está fazendo?”

Janeiro 22, 2021 Não Por love amem

Regina Duarte, de 73 anos, usou a sua rede social para se posicionar sobre a vacinação contra o novo coronavírus e gerou polêmica. Na quinta-feira (21), a atriz fez um post no Instagram do qual questionou a eficácia da vacina.

“Isso (vacina) não elimina a necessidade de proibições de viagens. Não elimina a necessidade de fechar negócios. Não elimina a necessidade de fechamentos em geral. Não elimina a necessidade de uso de máscaras. Então… que diabos esta vacina está realmente fazendo?”, disparou ela na web.

Após a postagem, Regina recebeu muitas críticas dos seguidores. “Regina, não se faça de idiota e não espalhe o negacionismo! A resposta para todas essas perguntas se deve ao fato de que não iremos vacinar todos ao mesmo tempo. Leva tempo”, disse um internauta.

Vale lembrar que não é a primeira vez que a veterana dá o que falar quando o assunto é a pandemia. No ano passado, Duarte falou que a pobreza é pior que a Covid-19.

Veja a publicação de Regina Duarte:

 

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via istoe

Uma Novela Trágica

Regina Duarte foi convidada para ser a quarta secretária da Cultura do governo Bolsonaro depois da demissão do dramaturgo Roberto Alvim, que plagiou um discurso do ministro nazista Joseph Goebbels ao anunciar um prêmio para as artes. A atriz abriu mão de um lucrativo contrato com a Rede Globo, onde trabalhou por 50 anos, para embarcar na administração federal. Ela levou semanas para assumiu o cargo de forma oficial, no dia 4 de março, mas nunca conseguiu sequer montar uma equipe de trabalho.

O presidente também reclamava que Regina estava trabalhando de São Paulo, onde escolheu cumprir a quarentena do coronavírus.  A gestão de Regina Duarte chegou ao fim sem que nenhuma medida em prol do setor cultural tenha sido anunciada por ela. A atriz vinha sofrendo duras críticas de artistas e ex-colegas de trabalho por ter negligenciado os impactos que a crise do coronavírus trouxe para quem trabalha com as artes no Brasil.