Raul Gazolla fala dos quatro infartos: ‘Quase morri no aeroporto’

Raul Gazolla fala dos quatro infartos: ‘Quase morri no aeroporto’

Fevereiro 21, 2021 Não Por love amem

No ar na reprise de “A força do querer”, Raul Gazolla relembrou os quatro infartos que sofreu nos últimos 11 anos e que quase o levaram a morte. O ator, de 65 anos, bateu um papo sobre superação com a filha Rani, de 18, no Instagram, e contou da descoberta do diagnóstico cardíaco mesmo tendo uma vida saudável.

“Infartei com 54 anos pela primeira vez. Sempre fui atleta amador, sempre pratiquei esportes, e quando eu enfartei, fiquei muito impressionado, pois o médico achava que eu tinha tomada alguma droga para ter ido parar no hospital”, conta ele, informando que dois dias após sua internação, os médicos detectaram o problema no coração do ator.

Gazolla diz que começou a treinar jiu jitsu aos 36 anos, após sofrer uma grande perda (o assassinato da mulher Daniela Perez, filha da atriz Gloria Perez), e que chegou a ser campeão mundial do esporte, aos 47. Ele conta que após infartar a primeira vez, aos 54, seguiu o tratamento com remédios e fazendo atividades físicas. Um ano após o primeiro infarto, ele teve o segundo, durante um treino de jiu jitsu. O terceiro e o quarto infartos aconteceram em 2012.

“O médico disse que podia ser hereditário ou por estresse. Comecei a rever minha vida e vi que tive muitos estresses. Só que o médico não disse que eu não podia treinar passando de 180 batimentos cardíacos. Continuei treinando e tive mais três infartos, sem sequelas”, conta.

Gazolla disse ainda que a primeira vez que enfartou estava no aeroporto, prestes a entrar no avião e que por pouco não veio a óbito.

“Quase morri no aeroporto. O médico falou que eu podia ter morrido se eu pegasse aquele avião. Não ia dar tempo de eu chegar. Se eu pego o avião, eu ia enfartar dentro do avião e não tinha tempo de ser socorrido e ia falecer. Aí eu falei: ‘peraí. Eu ia morrer e não morri? Ah, mas essa terra vai ficar pequena para mim (risos). Aí ei comecei a dar muito mais valor às coisas. As pessoas que enfartam ficam muito deprimidas, porque elas acham que a vida delas acabou. Se eu posso, aos 65 anos, ser um cara saudável, ativo, serei”.

Via extra.globo